quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

São José do Seridó

São José do Seridó passou a fazer parte do Wikiaves

O fotografo e membro do Wikiaves, Renato Rizzaro, fez observação de aves de São José do Seridó e registro fotográfico e um levantamento das existentes na comunidade.

Na sua expedição em solo bonitense o renomado fotógrafo pode capturar imagens incríveis de aves da terra Bonita.
O trabalho de Rizzaro recebeu apoio total da gestão municipal de São José da Bonita, através da SEMEC.
O fotógrafo apresentou seu trabalho em roda de conversa realizada no Centro Pastoral Bento XVI, juntamente com sua esposa Gabriela e o professor de música e musicista Romerick.

Estiveram presentes Diretores de Escolas, representantes do museu Mumutrops, Biblioteca, equipe de Semec, Geógrafos e Professores.
O professor Romerick foi o grande incentivador para a vinda do casal Renato e Gabriela a São José.
São José do Seridó está entre as cidades Norte Riograndenses a fazer parte do Wikiaves. Mostrando-se que na Bonita cuida da natureza e se preserva.
O WikiAves é um site de conteúdo interativo, direcionado à comunidade de observadores de aves, com o objetivo de apoiar, divulgar e promover a atividade de observação de aves e a ciência cidadã, fornecendo gratuitamente ferramentas avançadas para controle de registros fotográficos e sonoros, textos, identificação de espécies, comunicação entre observadores, entre outras.
RODA DE PASSARINHO
Renato Rizzaro e Gabriela Giovanka criaram a Roda de Passarinho em 2001, inicialmente na Escola de São Leonardo, onde fundaram a Reserva Rio das Furnas. Desde então têm desenvolvido a Roda de Passarinho nas expedições aos Biomas Brasileiros.


quarta-feira, 16 de outubro de 2019

A Roda no Instituto Oyá em Pirajá, BA.

Todas as divindades embarcadas na obra de Alberto Pitta, um dos dez filhos de Mãe Santinha.

Entramos no Terreiro Ilè Asè Oyá e logo nos deparamos com uma horta medicinal ao lado de uma canoa onde todos os orixás velejam guiados pelo vento. Seguem pela força de Mãe Santinha, avó da Ialorixá Nivia Luz, com quem fizemos contato para que a Roda de Passarinho acontecesse em seu espaço sagrado, na comunidade de Pirajá.

"Há alguns anos vocês não estariam aqui, porque Pirajá era o local mais perigoso de Salvador", enfatiza nossa anfitriã, enquanto aponta a muralha em construção à volta de sua terra sagrada, outrora rodeada de frondosa floresta. "Na época de minha avó a vista era deslumbrante, eu ainda lembro que daqui de nossa casa não era possível ver o rio, somente as copas das árvores. Em pouco tempo a vizinhança derrubou tudo e agora nos empenhamos para manter o nosso Terreiro vivo e florestado."

A região, recentemente decretada como APA (Área de Preservação Ambiental) pelo Governo, faz parte do Parque São Bartolomeu, considerado a única reserva de Floresta Atlântica urbana do Brasil.
(Saiba mais). Em 1998 foi editado um livro contando a história deste Parque, veja aqui.

Pouco a pouco as crianças foram se achegando no espaço reservado aos cultos e oferecido para a Roda de Passarinho. Assim, delicadamente, com a reverência e amor. Também vieram monitores, professores e a nossa anfitriã, Nivia.

Fizemos um circulo de mãos dadas e sentamos. Uns descalços e outros relutantes pela novidade, hiperativos e impacientes, crianças vindas de famílias com graves problemas de convivência mas que ali estavam em paz por saber que havia amor em tudo o que lhes fosse apresentado.

A partir deste momento nossa atividade aconteceu na maior paz e harmonia, com a benção de Mãe Santinha.

Agora, leiam o texto de Caroline Freitas, de 31 de janeiro de 2019:

 "Uma mata virgem e fechada. Assim era Pirajá quando Anizia da Rocha Pitta e Silva, nascida em Cachoeira, no recôncavo baiano, participava de um almoço acompanhada por algumas amigas, na década de 80. O lugar, cercado pela forte presença do verde, chamou a sua atenção. “Eu vou ali”, anunciou decidida, deixando as companheiras em estado de alerta. Mãe Santinha caminhou até encontrar o amplo espaço que hoje abriga o Terreiro Ilè Asè Oyá, na época ocupado por uma grande quantidade de lixo e entulhos.

O que era descartável virou vida. Depois de adquirir o terreno, a família construiu um espaço sagrado de Culto aos Orixás, acompanhado por um projeto de educação ambiental e comunitária que mais tarde resultaria no Instituto Oyá, um centro de arte educação que serve a toda comunidade. Mãe Santinha, uma das mais tradicionais ialorixás da Bahia, seguiu para o Orum em maio de 2015, deixando a continuidade do seu legado com neta e ialorixá Nivia Luz que, aos 34 anos ocupa o cargo de maior importância no Egbé.

Foi ainda na infância que a menina de saúde frágil ganhou o apelido que a acompanharia por toda vida. Quando pequena, Santinha fazia visitas recorrentes ao hospital e evitava brincadeiras comuns entre crianças de sua idade, em decorrência de frequentes visões e sons não identificados que costumavam lhe assustar. “Muito antes do meu nascimento, minha avó já mostrava sua missão. Já adulta, em um desses problemas de saúde, ela passou mal e uma comadre a levou em uma casa de axé. Ali ela descobriu a sua relação com o Orixá. Depois da sua iniciação, os problemas de saúde diminuíram”, relata mãe Nivia.

Com o surgimento do Ilê Asè Oyá, em 1983, nascia também a presença de uma forte agente comunitária na periferia de Salvador. Após retirar todo o lixo do terreno em Pirajá, com a ajuda de um trator, dando àquele lugar uma outra dinâmica de importância, Mãe Santinha ampliou o espaço e iniciou uma parceria para desenvolver seu projeto de educação ambiental, resultando em uma horta medicinal de grande valia para o povo de santo.

Dedicada ao axé, à família e às atividades voltadas ao bairro, a ialorixá ainda ocupou um cargo administrativo no ICEIA e depois na Escola Ministro Pires de Albuquerque, no IAPI, onde garantiu o direito à aposentadoria. “Era uma mulher sábia e estratégica. Teve dez filhos e criou muitos netos. Minha avó contribuiu para que todos nós tivéssemos uma criação de oportunidades, preenchendo o nosso dia com atividades culturais, fazendo com que a gente compreendesse a relação da cidade para além do nosso bairro”.

Mãe Santinha não seria diferente com a filha da sua caçula Maria Antônia. Foi nesse ambiente que Nivia Luz se desenvolveu. Formou-se em Turismo e tomou pé para conhecer o mundo. Em 2012, mudou-se para os Estados Unidos no intuito de estudar e aprofundar a sua observação pelas diferentes culturas. Certa feita, conta ela, veio um vento e desfez tudo. E o vento, no candomblé, é como Mãe Santinha: de Oyá.

“No dia seguinte, mesmo com uma agenda pronta, vi as coisas serem canceladas na minha frente. Recebi um telefonema informando que deveria voltar ao Brasil. Até então não entendia o motivo, mas ele já começava a se desenhar. Descobrimos o problema de saúde que minha avó estava prestes a enfrentar, ss coisas já estavam sendo conduzidas. Ela nos preparou para esse momento, fez uma passagem tranquila e cuidou para que vivêssemos bem”, lembra.

Foi mergulhando em uma experiência de cultura asiática, na Tailândia, que Nivia compreendeu a relação entre a tradição e a modernidade, uma característica marcante na sua personalidade. Jovem, mulher, acadêmica e disposta a considerar, sem preconceitos, as diferentes demandas humanas, foi citada como exemplo da liderança espiritual do futuro.

Com a partida da matriarca, o Terreiro Ilé Asé Oyá passou pelo período necessário seguindo apenas atividades extremamente necessárias. Depois do luto, Nivia, designada pelo jogo de búzios, iniciou a sua preparação para assumir o posto de liderança. Não antes de entrar no mestrado em cultura e sociedade da Universidade Federal da Bahia, onde pensa e dialoga o candomblé, sempre honrando aqueles que vieram antes, escrevendo a história para que, futuramente, ela possa ser lida de dentro para fora.

“Eu entendo que a educação é a porta de entrada. Estou recebendo essa missão com outras questões, outras formas de luta se apresentando, mas muitas mulheres e homens vieram antes de mim. Para que eu consiga estar aqui hoje, falando, essas pessoas também agiram de forma estratégica. Agora é a minha vez porque a luta não acabou”

Essa luta, travada por seus ancestrais, entoada nos versos do Cortejo Afro, impressa nas peças assinadas por Alberto Pitta e presente nas diversas atividades oferecidas no Instituto Oyá para o fortalecimento da juventude periférica de Pirajá, é marca registrada da família de Mãe Santinha. “Minha avó é esse lugar. A energia dela está aqui, a gente nunca vai, nem pode e nem consegue falar de nada disso sem citá-la porque, de alguma forma muito sábia, ela foi desenhando, alicerçando o que a gente tem hoje. A responsabilidade da nossa família é a continuidade. Ela nos deixa a missão de que o candomblé é vivido da porteira para dentro, mas ele também é vivido da porteira para fora”.

Enquanto mãe Nivia concluía a entrevista, um vento forte veio do lado de lá, trazendo da sala onde o Cortejo ensaiava, os versos em ritmo de confirmação: “Vou aprender a ler / Para ensinar meus camaradas”."


A Roda de Passarinho no espaço sagrado com muita reverência e amor


Ponte de formigas de correição e um aprendizado: toda ave tem pena, mas nem toda ave voa.


Uma parte da grande família do Instituto Oyá participou de nossa atividade

Amor e amizade que levaremos para sempre em nossos corações





segunda-feira, 14 de outubro de 2019

As Rodas no Neojiba, Salvador, BA

Sede do Neojiba, Parque do Queimado, prédio inaugurado por Dom Pedro II em 1859.


A Roda de Passarinho esteve no Templo da Música, da Diversidade e da Integração Social de Crianças e Jovens em situação de vulnerabilidade sob a coordenação do Neojiba. Foram dois dias de atividade com crianças iniciantes na lida musical no grupo de Cordas.

O programa Neojiba é uma política pública construída com a participação da sociedade, do Governo do Estado da Bahia e de empresas parceiras que formam uma grande rede de pessoas atuantes nos campos do Desenvolvimento Social, da Educação e da Cultura, que trabalha para que crianças, adolescentes e jovens da Bahia possam desenvolver competências e aptidões múltiplas e assumir diferentes papéis para responder aos desafios do nosso tempo.

O eixo de todas as atividades é a Música.

A prática e o ensino musical coletivos são as principais ferramentas utilizadas pelo programa Neojiba para trabalhar valores como Cooperação, Respeito, Solidariedade e Disciplina. Nos 13 Núcleos, as atividades de prática instrumental e coral são gratuitas, regulares, realizadas em condições adequadas e com a presença de instrutores em processo de formação contínua com profissionais das mais prestigiadas instituições do Brasil e do mundo.

Saiba mais sobre este belíssimo programa e junte-se ao Neojiba, clique aqui.


Primeira Roda com o grupo de alunos do Núcleo Inicial de Estudos de Cordas


Um dos modernos e ultrasilenciosos estúdios de ensaio onde a primeira Roda aconteceu



Os sons das aves encantaram os pequenos musicistas

Após o primeiro ensaio, pela manhã, a segunda Roda aconteceu na sala de concertos, uma das mais modernas do Brasil


A sala utilizada para ensaios tem acústica perfeita!


Alguns alunos tiveram o primeiro contato com a fotografia em papel

Legendas das fotos foram lidas, inclusive o nome científico!


O instrutor Marivaldo Junior comentou ter ficado mais sensível aos sons das aves após a atividade


Presenteados com as "flautas mágicas" da Reserva Rio das Furnas, todos experimentaram seus próprios sons

sábado, 12 de outubro de 2019

Ilha de Itaparica recebe a Roda de Passarinho

Entre os alunos, Salomé, Sra. Bárbara, Gabriela e a diretora Débora Reis.


No dia 11 de outubro de 2019, como parte das comemorações do Dia da Criança, estivemos na Ilha de Itaparica - BA, à convite de nossa querida amiga Jamile Nobre, com a qual articulamos este encontro há meses!

A Escola escolhida, Arco-íris de Thales de Milleto, dirigida por Débora Reis, utilizou um espaço muito agradável, cercado de muito verde, mar e aves, no Condomínio próximo à Escola.

Os alunos - na faixa dos 12 anos de idade - participaram com entusiasmo e interesse. Alguns, inclusive com vivências interessantes com animais e plantas em suas moradas.

Nos abrigou, estes vários dias de Itaparica, a Sra. Bárbara, francesa erradicada no Brasil há 40 anos e que possui um belo sítio na Comunidade do Mocambo. Sua filha Salomé e a neta Leonor, ambas recentemente vindas de Estrasburgo nos acolheram como membros da família. Passamos dias encantadores com direito a Caruru na casa de Jamile, por quem fomos convidados a visitar um local sagrado na Ilha de Itaparica.

Salomé e a Sra. Bárbara também participaram da Roda e nos deram um ótimo retorno após a atividade, à noite, quando pudemos trocar ideias e aprender um pouco mais sobre a comunidade do Mocambo.


O espaço do Condomínio à frente da Escola foi escolhido para a Roda de Passarinho



Gralha-azul e Tuiuiú fizeram sucesso entre os alunos



Socozinho na beira da praia próxima ao sítio de Bárbara e Salomé

A Roda no Cine.Ema em Vargem Alta, ES




Ah, o Cine.Ema e seus queridos organizadores! Experiência fabulosa estar novamente com pessoas super competentes, carinhosas e com um astral maravilhoso. Afinal, colocar em prática um Festival de Cinema Ambiental não é fácil e percebemos isso desde o primeiro contato, através de emails onde estava sendo montada a estratégia para a realização do Festival.

A Roda de Passarinho aconteceu em Vargem Alta, cidade do interior do Estado do Espírito Santo onde aconteceu a segunda edição do Cine.Ema. Os idealizadores Tânia Caju e Léo Alves nos receberam na estrada e continuamos nossa conversa por horas, antes e depois da Roda de Passarinho, realizada em duas etapas, para 40 estudantes que já estavam sendo assistidos por Filipe Ventura, Guia e Fotógrafo de Aves que acompanhou várias turmas em saídas de campo diárias, durante o evento.

Antes, tivemos a oportunidade de passar alguns dias no sítio de Leopoldo, vizinho de uma grande área de preservação, a RPPN Águia Branca, onde a Saíra-apunhalada, extremamente ameaçada de extinção, ainda pode ser encontrada, assim como a Tesoura-da-mata, outra espécie procurada pelos observadores.

Foram vários dias de intensa atividade, seja desenvolvendo ou organizando a Roda de Passarinho, ou trocando ideias sobre caminhos e locais ideais para observar aves e preservar a Natureza.

Parte da Equipe Organizadora do Cine.Ema



Uma das várias palestras durante o Evento


A Roda teve grande participação, graças aos ouvidos afinados e treinados por Filipe Ventura



Abração materializa o clima de amizade durante uma das reuniões do Cine.Ema

Filipe Ventura, nosso querido amigo e Guia, em uma das saídas de Campo


A fonte dos amores muito bem frequentada


terça-feira, 10 de setembro de 2019

A Roda na Comunidade de Tarituba em Paraty, RJ

Professora Simone, Diretora Jéssica e Monitora Chaga com a turma da Roda em Tarituba

Através do Projeto Aves da Minha Escola - AME - e com o apoio da Associação Cairuçu, realizamos uma bela atividade com os alunos da Escola Municipal Silvio Romero que já vêm sendo orientadas por Sylvia "Paraty" Junghähnel, mentora deste Projeto e dos primeiros Festivais de Aves de Paraty, que acontecem há vários anos no mês de setembro.

Ficamos muito bem hospedados na Pousada OcaParaty durante três dias e pudemos explorar algumas aves entre a Serra e o Mar graças à localização estratégica e ao conhecimento do seu proprietário que nos acompanhou em saídas de campo. A lista de aves avistadas na Pousada é tentadora!

Merulax ater, o Entufado, ave rara que pode ser observada na área da Pousada OcaParaty


O belíssimo Tiê-sangue vem bem pertinho da gente, enquanto tomamos café da manhã na OcaParaty


Com o Guia Carlos Blanco, avistamos esta belezura: Choca-de-asa-vermelha




Roda de Passarinho em Pontal do Paraná e Guaratuba

Kitty Harvill doou uma de suas obras para a Roda de Passarinho


A Tarrafa de Bola no pátio de uma das escolas



Renato com as penas de araras encantando a garotada



Felicidade do grupo de participantes da primeira Roda de Passarinho


Reproduzimos a seguir a matéria publicada pelo Observatório de Justiça e Conservação sobre as Rodas de Passarinho no Paraná:

Hoje (5.9.19), no Dia da Amazônia, uma data difícil pelo momento que vivemos, queremos te oferecer um alento com uma boa prática que amamos apoiar no início desta semana.

Dias 2 e 3 de setembro, duas escolas de Pontal do Paraná e Guaratuba, no litoral do Paraná, receberam os fotógrafos Renato Rizzaro e Gabriela Giovanka para uma ação chamada “Roda de Passarinho”, que leva informações para crianças e jovens sobre aves de diferentes biomas brasileiros.

Em Pontal, na Escola Municipal Benvinda e, em Guaratuba, na Escola Municipal Máximo Jamur. Viabilizamos os contatos com as instituições de ensino. A ação também contou com o envolvimento direto da SPVS - Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental e Associação Mar Brasil.

Renato e Gabriela iniciaram por lá um roteiro que começou pelo litoral do Paraná e seguirá agora por toda a costa brasileira até o Oiapoque, no extremo norte do Brasil.

No trajeto da expedição “Roda de Passarinho na Costa Brasileira”, que percorrerão até dezembro em uma Toyota Bandeirante, eles vão passar por diferentes escolas para sensibilizar estudantes de 7 a 12 anos sobre particularidades dos pássaros, num esforço de ensinar esse público a conhecer, valorizar e cuidar das diferentes espécies de aves brasileiras.

Dez rodas estão programadas para ocorrer até o fim do ano. Renato e Gabriela são conhecidos por fazerem registros singulares de aves características de todos os biomas do país. Depois, criam pôsteres com os registros.

Até hoje, já visitaram seis biomas (Floresta Atlântica, Amazônia, Pantanal, Pampa, Cerrado e Caatinga). O trabalho resultou na criação de pôsteres, que podem ser comprados aqui: bit.ly/PosteresAves.

E para conhecer mais sobre a Roda de Passarinho, acesse bit.ly/RodaDePassarinho.

Fotos de Edgar Fernandes (Instituto Guaju) e Gabriela Giovanka.